sábado, 10 de dezembro de 2011

Desafio de Natal 2011

Fazemos um desafio:
Convidam-se todos os leitores a deixar aqui a sua mensagem de Natal para a AC - LB e para todos os que tenham o coração receptivo a esta época de Paz e Amor. Entretanto aqui fica uma bonita mensagem em video.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

17º PASSEIO CONVÍVIO - NORTE DE PORTUGAL



















CAVES PORTO OFFLEY, GUIMARÃES, PONTE DE LIMA, LINDOSO, S.BENTO DA PORTA ABERTA


DIAS 27 E 28 DE AGOSTO DE 2011







PASSEIOS COM HISTÓRIA, CULTURA, LAZER, AVENTURA E CONVÍVIO



























Trinta e dois Tramagalenses rumaram ao Norte, em mais um passeio convívio da AC-LB com muitos quilómetros para andar, muita coisa para ver e pouco tempo para o fazer.

















Não contando com as paragens técnicas, os locais de interesse começaram com uma visita guiada às Caves do Vinho do Porto Offley, em Gaia; aqui todos ficaram a saber alguma coisa sobre o Vinho do Porto, nomeadamente quanto ao fabrico, armazenamento e envelhecimento, ao que se seguiu uma prova muito apreciada de um branco e um tinto.

















Retomada a viagem rumo a Guimarães, refira-se o pequeno percurso pela margem esquerda do Rio Douro até à Ponte D.Luis, onde passámos para a outra margem.























Em Guimarães, cidade berço da nacionalidade, mergulhámos na história ao visitar o Castelo e a Capela de S.Miguel onde terá sido baptizado D.Afonso Henriques. Seguiu-se um percurso muito apreciado pela zona histórica da cidade eleita Capital Europeia da Cultura para 2012. A visita era incompleta sem a ida à Penha, pelo que uns de autocarro, outros de teleférico, lá fomos até ao Santuário de Nª Srª da Penha, com visitas à igreja, capelinhas debaixo de rochas e também àquele recanto castiço que configura uma tasca debaixo dos rochedos onde todos se puderam refrescar com uma malga de vinho verde. Deixado este local com pena, pois as paisagens local e envolvente são espectaculares, rumámos a Ponte de Lima, local destinado a passar a noite.


















Em Ponte de Lima, terra com história, tradições e lendas (não esqueçamos que os Romanos tinham medo de ir para sul pois acreditavam perder as memórias ao atravessar o Rio Lima), além do piquenique à beira rio e do passeio pela zona histórica, o transporte para o hotel também ficou na história para mais tarde recordar.
















O segundo dia começou com a visita ao Lindoso, em pleno parque da Peneda/Gerês, onde pudémos apreciar um belo conjunto de espigueiros, o castelo e parte da albufeira da barragem do Alto Lindoso, isto sem esquecer a bela paisagem envolvente das serras Peneda e Amarela.
























Daqui seguimos para o santuário de S.Bento da Porta Aberta, onde chegámos um pouco tarde, depois de muitas curvas vencidas e de uma passagem épica numa velha ponte sobre o Rio Homem. S.Bento da Porta Aberta, local de culto e peregrinação, surpreendeu pela quantidade de gente, a fazer lembrar um pouco Fátima ou Santiago de Compostela, embora a um nível diferente.




Aqui acabou o passeio, iniciou-se o regresso ao Tramagal, onde chegámos cerca das 23horas, cansados mas satisfeitos e a fazer planos de voltar aos locais visitados.


quarta-feira, 20 de julho de 2011

O BAIRRO DA LAMACHEIRA


Em 1869, o Dr José Joaquim de Oliveira herdou a Quinta da Lamacheira, rica em terras férteis e húmidas tendo como culturas predominantes a oliveira, a vinha, a laranjeira (ainda hoje existe um velho pomar no topo sul) a figueira e o marmeleiro.








Em 1941 tomou posse destas terras o Sr José de Oliveira Bairrão, o qual a certa altura decidiu alienar parte da propriedade, do seu lado Nascente, parte essa que organizou em lotes e vendeu aos interessados.








Foi assim que em 1957 surgiu a 1ª casa, construida pela Srª Maria Gomes, tendo-se seguido imediatamente outras, nomeadamente pelas mãos dos Srs José Maia, João Bexiga, António Brunheta e Manuel Pelarigo.








Inicialmente a luz e a água eram fornecidas a partir da quinta, da qual o seu moinho de vento era primordial para o efeito. Entretanto a população foi aumentando, as casas foram surgindo e as fontes de abastecimento revelaram-se insuficientes, pelo que a população se uniu formando um grupo que tinha por lema "Unidos venceremos". Este grupo formado pelos Srs Domingos Libório, António Brunheta, José Maia e João Dias, começou por procurar soluções, nomeadamente nas redes de abastecimento público tendo conseguido o abastecimento de electricidade e água, não sem algum esforço, pois tiveram que andar a cavar valas para os tubos e contribuir monetáriamente. Mas conseguiram!








Seguiu-se alguma acalmia, mas o bairro além de continuar a crescer continuava isolado do Tramagal, apesar de ter apenas a linha do caminho de ferro de permeio. Os acessos eram literalmente medievais; tanto assim era que qualquer serviço em Tramagal tinha um preço, mas se fosse para a Lamacheira era superior por ser "fora do Tramagal" (por exemplo os serviços de enfermagem); um caso em que "era menos" era na moagem da azeitona que dava sempre menos azeite se era da linha do combóio para baixo; o Pároco, que na altura acompanhava os defuntos a partir de suas casas, à Lamacheira não ía (na altura não havia casa mortuária); até há bem pouco tempo os táxis cobravam um preço superior para ir à Lamacheira. Ainda hoje há quem diga que a Lamacheira não é Tramagal.








Veio a revolução do 25 de Abril e o grupo entretanto reforçado com o Sr João Serafim transformou-se em Comissão de Moradores tendo sido então aberta a actual Rua da Lamacheira, com a anuência dos proprietários, trabalho, donativos e apoios materiais. Ficou assim o Bairro da Lamacheira ligado à vila através da Rua da Barca.






Seguiu-se o telefone público, com construção em alvenaria da respectiva cabine no quintal do Sr Domingos Libório, com porta directa para a rua. O Sr Domingos Libório foi um homem que além de ter aceite a instalação da cabine no seu quintal, também assumiu a responsabilidade de dar recados e chamar pessoas ao telefone, mesmo que para isso tivesse que correr o Tramagal a pé, o que fez imensas vêzes, pois o telefone sendo publico servia todo o Tramagal.






Outras lutas existiram, talvêz, menos conhecidas, mas igualmente frutuosas, nomeadamente para a recolha periódica do lixo que entretanto já se fazia no Tramagal, mas na Lamacheira não; também a ameaça de encerramento da passagem de nível uniu esforços de tal forma que quem tinha carro chegou a passar várias vêzes no local para inflacionar o recenseamento que a CP estava a fazer.






Actualmente o Bairro da Lamacheira (e quintas limitrofes) conta com 49 habitações e 92 residentes.
O asfaltamento da Rua da Barca e todo o Bairro da Lamacheira ocorreu apenas em 1997.
A Comissão de Moradores extinguiu-se naturalmente em 1976, tendo no dia 23 de Janeiro de 2005, pela mão do Sr João Dias, transmitido todo o seu espólio histórico à Associação Convívio - Lamacheira e Barca; pelo meio existiram o Clubinho entretanto extinto e o Grupo de Jovens que deu origem a esta associação.
Hoje, o Bairro da Lamacheira, bairro com três ruas nomeadamente a Rua da Lamacheira, a Rua Dr José Joaquim de Oliveira e a rua José Joaquim Bairrão de Oliveira, ladeado a Este pela Quinta da Barca e a Oeste pela Quinta da Lamacheira,unido à vila através da Rua da Barca é um bairro como tantos outros diferenciando-se pela permanente busca de melhores condições para as suas gentes, pela seu espirito associativo comprovado desde a sua origem no quase longinquo ano de 1957, pelas boas relações de amizade ou simples vizinhança que ainda hoje são apanágio da maioria dos seus habitantes.
O que trará o futuro para a Lamacheira? O prolongamento da Rua da Lamacheira através da Quinta da Lamacheira em direcção à GEOFER, dando-nos uma via pró-moderna em alternativa à actual azinhaga? Uma requalificação merecida para o Porto da Barca? Talvez com um polo do anunciado Museu da MDF? Um percurso pedonal com alguns equipamentos destinados à contemplação, à ginástica, à pesca? Alguma dinamização que traga a população até ao rio?
O futuro o dirá!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Cartaz festas 2011












Embora com atraso, devido a problemas técnicos aí está o cartaz das Festas da Lamacheira 2011.







O dia 4 foi um êxito, tivémos muita gente, o dancing esteve sempre cheio, o tempo também ajudou.







Tivémos uma senhora que mostrou a muitos como se dança e como nos devemos divertir no dia em que completou nada menos que 93 anos! Isso, 93! Esperamos que esta senhora na sua alegria tenha deixado para todos uma imagem de exemplo pela acção, pela vida que demonstrou ter e que a ninguém passou despercebida.






Tivémos também uma pequena exposição de excelentes fotos do Tramagal, da autoria do nosso vizinho e amigo Jorge Pereira.


















































segunda-feira, 30 de maio de 2011

FESTAS 2011






As festas resumem-se a três dias, três sábados dias 4, 11 e 18 de Junho de 2011. Nestes dias aparece tudo feito, mas muito trabalho teve que ser entretanto desenvolvido por muitas pessoas que transportaram varolas de eucalipto, que pregaram pregos, pintaram, soldaram, cortaram erva, prepararam a instalação eléctrica, fizeram flores de papel, e tantas outras coisas. E rifas, são mais de 6000 por cada sábado com 10% de prémios garantidos, também dá trabalho enrolar rifas e organizar a quermesse.
Não esqueçamos a indispensável vistoria camarária pois sem a sua aprovação não há lugar à passagem das licenças necessárias: Direitos de autor, ruído, recinto (apesar de ser em terreno privado), representaçao e até para afixar cartazes.
Também temos os seguros obrigatórios de Acidentes Pessoais e de Responsabilidade Civil.
E agora com tudo feito teremos a boa cozinha, o melhor frango assado, boa sardinha assada, bebidas frescas, boa musica, bom ambiente.
Todo o trabalho é desenvolvido em puro voluntariado por uma equipa de amigos que valorizam o convívio e a amizade nesta Vila que tem o Epíteto de Vila Convívio.
Quando este tipo de voluntariado acaba, restam as festas organizadas pelas autarquias com o trabalho dos seus funcionários, funcionários do Estado pagos por todos nós.
As fotos anexas espelham algum do trabalho atrás referido.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

16º PASSEIO CONVÍVIO - LISBOA
















































































































































































































































































































































































































Mais um passeio-convívio, desta vêz um clássico, do mais clássico que podia haver; tão clássico, tão clássico, que muitos devem ter pensado não valer a pena participar: Lisboa! Pois podem crêr que valeu a pena, aliás como têm valido a pena todos os passeios até hoje efectuados. Nós Portugueses temos o mau hábito de desdenhar daquilo que é nosso, pois os estrangeiros gostam da nossa Lisboa, tanto que a elegem como um dos melhores destinos turisticos da Europa.





Este passeio, no qual participaram 50 pessoas (um autocarro), têve como objectivos a zona de Belém, em Lisboa e o Aquário Vasco da Gama em Algés (Dafundo).





Na zona de Belém as hipóteses eram muitas, pois tinhamos o render da guarda da Presidência da Republica, cerimónia que todos adoraram e que se realiza ao 3º domingo de cada mês pelas 11 horas (pontualidade britânica), os museus dos Coches, da Presidência da Republica, da Electricidade, da Marinha, de Arqueologia, de Arte Antiga, da Colecção Berardo, o Jardim Tropical, o Mosteiro dos Jerónimos, o CCB, a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, os belos jardins da zona, a belissima paisagem com o enquadramento do Rio Tejo, margem Sul, ponte 25 de Abril e Cristo Rei, e também muito importante: os célebres pastéis de Belém, quentinhos!





É claro que era impossivel ver tudo, cada um fêz as suas opções, tendo em conta que até às 14 horas as entradas eram gratuitas em todo o lado. Há quem tenha gostado ao ponto de lá voltar no 3º domingo de Maio.





O almoço foi para alguns (poucos) em restaurante e para a esmagadora maioria foi em piquenique no compexo do Jamor, junto ao Estádio Nacional.





De tarde completou-se a visita aos museus e ao outro ponto de destino, o Aquário Vasco da Gama em Algés, o qual também foi do inteiro agrado de todo o grupo. O nosso motorista, Helder Oliveira da Rodoviária do Tejo, mais uma vêz desempenhou o seu trabalho de forma profissional e ao mesmo tempo integrou-se no grupo de tal maneira que confirmou a excelente opinião que todos já tinhamos a seu respeito.





Este foi o 16º Passeio-convívio e atingimos o passageiro nº 842, estamos quase no passageiro 1000 e até agora temos 3 pessoas com o pleno da participação em todos os nossos passeios.